Saiu fogo da presença do Senhor e consumiu o holocausto e as porções de gordura sobre o altar. E, quando todo o povo viu isso, gritou de alegria e prostrou-se rosto em terra.
Fogo caindo do nada e consumindo uma oferta soa, à primeira vista, como algo saído de um mito criado para assustar as pessoas até a submissão. Mas repare como a multidão realmente reage: eles gritam. Não gritam de terror e se dispersam — gritam, e depois se prostram com o rosto no chão. Algo mais parecido com alívio avassalador do que puro pavor.
Esse momento acontece depois de um longo período de instrução e preparação cuidadosa, a ordenação dos sacerdotes que agora ficariam entre o povo e Deus. Quando o fogo finalmente chega, ele é apresentado como confirmação — prova de que todo aquele sistema elaborado realmente se conectava a algo real, em vez de ser um ritual vazio realizado no silêncio.
A maioria de nós procura exatamente esse tipo de confirmação em algum momento: algum sinal de que o esforço, a busca, o alcançar em direção a Deus não está caindo no vazio. Essa história não promete fogo do céu como experiência rotineira. Mas sugere que essa resposta é possível — que buscar a Deus não está fadado a ser recebido com silêncio.
Se você tem buscado a Deus sem sentir nenhuma resposta, o que significaria continuar procurando em vez de presumir que o silêncio é definitivo?
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.