Quando soaram as trombetas o povo gritou. Ao som das trombetas, e do forte grito, o muro caiu. Cada um atacou do lugar onde estava, e tomaram a cidade.
Ninguém tocou no muro de Jericó. Sete dias marchando, sete sacerdotes com trombetas, silêncio o tempo todo, exceto na última volta — e então um grito, e o muro simplesmente cai. O que quer que tenha derrubado aquele muro, não foi um aríete.
É um jeito incomum de vencer. A maioria de nós presume que o muro só cai se formos fortes o bastante para derrubá-lo sozinhos — esforço suficiente, força suficiente, habilidade suficiente. Essa história é construída na ideia oposta: o povo fez a marcha e o grito, e algo inteiramente diferente fez o trabalho real de derrubar o que parecia imóvel.
Talvez exista um muro na sua vida agora que pareça sólido demais para cair algum dia — um hábito, um relacionamento, uma situação que você já deixou de acreditar que pode mudar. Essa história não promete que todo muro cai da mesma forma. Mas vale perguntar se você tem presumido que a única saída é pela força, quando pode existir outro jeito de caminhar.
Se existe um muro na sua vida com o qual você já desistiu, talvez valha imaginar como seria caminhar em direção a ele de outro jeito.
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.