aquele que vier saindo da porta da minha casa ao meu encontro, quando eu retornar da vitória sobre os amonitas, será do Senhor, e eu o oferecerei em holocausto".
Jefté faz um voto que não tinha motivo para fazer — o que quer que saia primeiro pela porta de sua casa quando ele voltar vitorioso, ele oferecerá em sacrifício. Ninguém pediu que ele prometesse isso. Parece um homem tentando negociar um resultado que provavelmente já teria de qualquer jeito, e a tragédia que se segue torna essa uma das passagens mais difíceis de todo o livro de Juízes.
O que vale a pena considerar é o que essa história não faz: ela não apresenta o voto de Jefté como um exemplo a imitar. É incluída justamente porque deu errado — porque negociar desesperadamente com Deus, tentando garantir seu favor por meio de uma transação, é algo completamente diferente de confiar nele.
Talvez você já tenha se pego fazendo a sua própria versão desse barganha: se você fizer o bastante, prometer o bastante, se esforçar o bastante, então as coisas vão dar certo. Essa história é um alerta incorporado na própria Escritura — de que a fé não é uma troca que se negocia, e o Deus que vale a pena confiar não precisa que você prove nada para merecer sua ajuda.
Se uma parte de você tem tentado negociar o favor de Deus em vez de confiar que ele já é oferecido, vale a pena questionar isso com honestidade.
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.