Dá, pois, ao teu servo um coração cheio de discernimento para governar o teu povo e capaz de distinguir entre o bem e o mal. Pois, quem pode governar este teu grande povo?
Deus oferece a Salomão qualquer coisa — riqueza, vida longa, a morte de seus inimigos. Salomão não pede nada disso. Em vez disso: dá ao teu servo um coração cheio de discernimento, para que eu saiba distinguir entre o bem e o mal, pois quem pode governar este teu grande povo?
O que chama atenção não é só a humildade do pedido. É a honestidade por baixo dele — Salomão admitindo, em voz alta, estar além da própria capacidade. Ele não pede para parecer capaz. Ele pede para realmente se tornar capaz, e admite que ainda não é.
A maioria de nós recebe responsabilidades maiores do que nos sentimos prontos para carregar — um trabalho, uma família, uma decisão com consequências reais — e o instinto é fingir competência em vez de nomear a lacuna. Salomão faz o oposto, e isso é tratado como a coisa mais sábia que ele poderia ter dito. Talvez admitir que não sabe esteja mais perto da sabedoria do que fingir que sabe.
Que responsabilidade na sua vida ajudaria parar de fingir e simplesmente admitir que precisa de ajuda?
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.