Ele clamou contra o altar, segundo a ordem do Senhor: "Ó altar, ó altar! Assim diz o Senhor: 'Um filho nascerá na família de Davi e se chamará Josias. Sobre você ele sacrificará os sacerdotes dos altares idólatras que agora queimam incenso aqui, e ossos humanos serão queimados sobre você' ".
Um profeta sem nome fica diante de um altar corrupto e nomeia um rei que só nasceria uns trezentos anos depois — Josias, pelo nome, com detalhes do que ele vai fazer. É uma afirmação incomumente específica para se registrar séculos antes de alguém poder conferir.
Você não precisa aceitar isso por fé agora para notar o que há de estranho aqui: a maioria dos textos religiosos evita se comprometer. Este dá nomes e datas, se expondo a ser desmentido. Se isso te parece impressionante ou suspeito provavelmente depende do que você já pensa sobre se o futuro pode ser conhecido.
De qualquer forma, o ponto da história não é bem a previsão — é que a corrupção não tem a palavra final para sempre. O altar construído para a adoração falsa é denunciado pelo nome, gerações antes de sua queda chegar. Se você já se perguntou se o mal feito em nome da religião algum dia é realmente enfrentado, aqui é um lugar em que a Escritura diz: no fim, sim, e de forma específica.
O que mudaria para você se a corrupção feita em nome de Deus nunca tivesse, de fato, a palavra final?
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.