Então Asa clamou ao Senhor, o seu Deus: "Senhor, não há ninguém como tu para ajudar os fracos contra os poderosos. Ajuda-nos, ó Senhor, ó nosso Deus, pois em ti pomos a nossa confiança, e em teu nome viemos contra este imenso exército. Ó Senhor, tu és o nosso Deus; não deixes o homem prevalecer contra ti".
Asa está diante de um exército de um milhão de homens com uma fração disso em soldados. Ele não finge que a conta fecha. Ele apenas ora algo quase desarmantemente honesto: não há ninguém como tu para ajudar, entre os poderosos e os fracos. Ajuda-nos, pois em ti confiamos.
O que impressiona não é confiança — é a ausência total dela, à parte desse único apelo. Ele não alega ter merecido uma vitória. Ele não produz um plano de batalha inteligente primeiro para depois pedir que Deus o abençoe. Ele nomeia o tamanho da ameaça, admite que não consegue igualá-la, e pede ajuda mesmo assim, apostando tudo na ideia de que força e fraqueza parecem a mesma coisa para Deus quando ele decide agir.
A maioria de nós não gosta de admitir que está em desvantagem. Essa oração só funciona porque Asa admitiu. Seja lá o que você acredite sobre se orações assim são respondidas, há algo que vale notar numa pessoa disposta a dizer, em voz alta, eu confio em ti porque não tenho mais nada.
Se há algo na sua vida agora que você sabe que não consegue lidar sozinho, a oração de Asa é um ponto de partida bastante honesto.
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.