Eu sou o Senhor, o seu Deus, que o tirei da terra do Egito. Abra a sua boca, e eu o alimentarei.
"Abra a sua boca, e eu o alimentarei." Quase soa como um desafio. Não uma oferta cautelosa, cheia de letras miúdas, mas algo mais parecido com: pare de pedir a menor quantidade que você acha que consegue sem problema, e peça grande.
O raciocínio por trás disso importa — é Deus lembrando primeiro quem ele é: aquele que tirou aquele povo do Egito, da escravidão, antes de fazer a oferta. Não é um cheque em branco entregue a estranhos. É uma oferta feita por alguém com um histórico de realmente cumprir quando as coisas pareciam impossíveis.
Talvez você tenha aprendido a manter seus pedidos pequenos, a esperar decepção, a não abrir demais a boca para o caso de nada vir. Este versículo empurra contra esse instinto diretamente. Vale perguntar o que você realmente pediria se acreditasse, mesmo que por um instante, que o preenchimento é real.
Se você aprendeu a pedir menos do que realmente precisa, como seria abrir bem a boca, só uma vez, e ver o que acontece?
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.