Enquanto comiam, Jesus tomou o pão, deu graças, partiu-o, e o deu aos seus discípulos, dizendo: "Tomem e comam; isto é o meu corpo". Em seguida tomou o cálice, deu graças e o ofereceu aos discípulos, dizendo: "Bebam dele todos vocês. Isto é o meu sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para perdão de pecados.
Este é Jesus, horas antes de sua prisão, pegando itens comuns de uma refeição — pão, vinho — e redefinindo-os como seu próprio corpo e sangue, dado, derramado. É uma coisa estranha de se fazer no que é essencialmente um jantar de despedida: em vez de pedir para ser lembrado com tristeza, ele dá a seus amigos algo para comer e beber.
O que se destaca é a frase "derramado em favor de muitos, para perdão de pecados." Não conquistado, não condicionado a os discípulos se ajeitarem primeiro — derramado antes de qualquer coisa que eles fizessem certo ou errado depois, incluindo a traição e a negação que estavam prestes a acontecer em poucas horas.
Se você já se perguntou o que os cristãos realmente querem dizer com a ideia de que a morte de Jesus importa, este momento é a versão mais simples dessa afirmação: algo dado, não algo exigido. Isso faça sentido para você agora ou não, vale notar que foi oferecido antes de qualquer um ter provado que merecia.
Se o perdão sempre pareceu algo que você precisaria merecer primeiro, este momento vale a pena um segundo olhar.
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.