Disse-lhe Tomé: "Senhor meu e Deus meu! "
Tomé é lembrado principalmente por duvidar, mas veja o que realmente acontece aqui. Ele não é repreendido até acreditar nem envergonhado para fora da sala. Ele recebe um convite — toque as feridas, veja com os próprios olhos — e quando ele faz isso, o que sai dele não é um cauteloso "tá bom, agora eu creio". É a afirmação mais direta de quem é Jesus em todo o Evangelho: Senhor meu e Deus meu!
Isso vale a pena notar se você já supôs que a dúvida te desqualifica da fé, ou que fazer perguntas difíceis seria de alguma forma uma traição a ela. Tomé pediu prova. Ele recebeu. E a honestidade dele no caminho até ali não enfraqueceu o que ele acabou dizendo — se algo, isso faz a confissão pesar mais, porque não foi um entusiasmo emprestado. Foi conclusão dele mesmo, alcançada depois de ceticismo real.
Se você tem tratado suas perguntas como uma barreira entre você e a crença, essa cena sugere que elas podem ser justamente o caminho até lá.
Se suas perguntas têm parecido um muro entre você e a fé, a história de Tomé sugere que elas podem ser justamente a porta.
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.