para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai.
Imagine todo joelho se dobrando ao mesmo tempo — não só as pessoas que já acreditavam, mas todos, em todo lugar, incluindo quaisquer poderes invisíveis que este versículo quer dizer com "debaixo da terra". É uma afirmação estranha e abrangente. Não descreve uma cerimônia religiosa. Descreve algo universal e, no fim, inevitável.
Se você é cético, a reação honesta provavelmente é desconforto. Curvar-se à força soa como dominação, não amor. Mas olhe de novo para o que realmente acontece neste hino: o nome sendo honrado pertence a alguém que se esvaziou, tomou a forma de servo e morreu uma morte humilhante antes de qualquer exaltação. O ato de se curvar não é a exigência de um tirano. É o reconhecimento universal e tardio de alguém que ganhou confiança do jeito difícil, sofrendo ao lado das pessoas para quem veio.
Você não precisa estar pronto para se curvar diante de nada hoje. Mas vale perguntar que tipo de autoridade mereceria de fato esse tipo de resposta universal — e se esse caminho de servo muda como a pergunta soa para você.
Se a ideia de se curvar diante de alguém soa errado para você, talvez ajude olhar mais de perto para o servo diante de quem, segundo este versículo, todos acabam se curvando.
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.