E abençoou a José, dizendo: "Que o Deus, a quem serviram meus pais Abraão e Isaque, o Deus que tem sido o meu pastor em toda a minha vida até o dia de hoje, o Anjo que me redimiu de todo o mal, abençoe estes meninos. Sejam eles chamados pelo meu nome e pelos nomes de meus pais Abraão e Isaque, e cresçam muito na terra".
Jacó está velho, perto do fim da vida, e está abençoando os netos. Mas repare como ele descreve Deus no meio disso: "o Deus que tem sido o meu pastor em toda a minha vida até o dia de hoje". Não uma divindade distante sobre a qual ele teorizava — uma presença que ele consegue apontar ao longo de toda uma vida, décadas de memória específica.
Isso vale a pena notar, porque a vida de Jacó não foi tranquila. Ele fugiu de um irmão que queria matá-lo, foi enganado pelo próprio sogro, enterrou uma esposa na estrada, achou que o filho favorito estava morto por mais de vinte anos. E, no final de tudo isso, a palavra que ele escolhe não é "luta" — é "pastor", alguém que de fato estava guiando e protegendo o caminho todo, mesmo no pior dele.
Você não pode emprestar a prova de outra pessoa de que Deus esteve presente na vida dela. Mas vale a pena perguntar se, daqui a décadas, você conseguirá olhar para trás na sua própria vida e encontrar um padrão que valha a pena nomear — mesmo agora, mesmo antes de conseguir ver como a história termina.
Olhando para os seus próprios anos até agora, há um padrão de presença que você ainda não se permitiu nomear?
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.