Disse Deus a Moisés: "Eu Sou o que Sou. É isto que você dirá aos israelitas: Eu Sou me enviou a vocês".
Moisés faz uma pergunta justa na sarça ardente: se eu for aos israelitas e disser que o Deus dos ancestrais deles me enviou, e eles perguntarem o nome dele, o que eu digo? A resposta de Deus é estranha o bastante para te fazer parar: "Eu Sou o que Sou... É isto que você dirá aos israelitas: Eu Sou me enviou a vocês."
A maioria dos nomes diz algo sobre uma pessoa em comparação com outras coisas — maior, mais velho, dessa família ou daquele lugar. Esse nome recusa completamente qualquer comparação. Não é uma descrição; é a própria existência, dita sem rodeios, sem nada para medir. Seja lá o que mais esse ser seja, ele não é uma opção entre várias. Ele simplesmente é, de um jeito que mais nada realmente é.
Isso pode soar como filosofia abstrata até você reparar onde acontece: não num templo, não numa visão de glória, mas para um homem escondido do próprio passado, cuidando de ovelhas no meio do nada, prestes a ser enviado para fazer algo para o qual se sente completamente despreparado. O Deus que diz "Eu Sou" é o mesmo que aparece num campo comum para enviar uma pessoa improvável numa missão impossível.
Se o Deus por trás de tudo simplesmente é, sem nada para comparar, o que significaria realmente conhecê-lo em vez de só teorizar sobre ele?
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.