De todas as boas promessas do Senhor à nação de Israel, nenhuma delas falhou; todas se cumpriram.
"Nenhuma delas falhou; todas se cumpriram." Essa é a frase de resumo depois de capítulos e capítulos sobre terra dividida, fronteiras traçadas, tribos estabelecidas — décadas depois de as promessas terem sido feitas a pessoas que, nesse ponto, em sua maioria, já morreram. Quem escreveu não está celebrando uma vitória rápida. Está marcando o fim de uma espera muito longa.
O que chama atenção é a totalidade da afirmação. Não a maioria das promessas, não as mais importantes — nenhuma delas. É um tipo específico de confiança para se colocar por escrito, ainda mais depois de gerações de peregrinação, guerra e perda que devem ter feito as promessas parecerem, às vezes, silenciosamente vencidas.
Talvez você esteja segurando algo que lhe disseram há muito tempo, que ainda não aconteceu e parece cada vez menos provável a cada ano. Esse versículo não apressa o seu cronograma. Só deixa uma marca: coisas que demoram muito não são a mesma coisa que coisas que falham.
Se você tem presumido silenciosamente que uma promessa antiga já venceu, vale a pena pesar essa suposição contra esse versículo.
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.