Se, porém, não lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir, se aos deuses que os seus antepassados serviram além do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas, eu e a minha família serviremos ao Senhor".
Josué não força essa decisão. "Se não lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir" — não é a linguagem de alguém exigindo obediência. É um homem idoso, perto do fim da vida, expondo as alternativas reais e se recusando a fingir que não existem.
Depois vem a frase que todos lembram: eu e a minha família serviremos ao Senhor. O que é fácil de não perceber é que isso vem depois de ele já ter dito a eles que são genuinamente livres para ir embora, para escolher outros deuses, outras lealdades. O compromisso significa algo específico porque a saída era real, não performática.
Talvez você já tenha sentido pressão, religiosa ou não, para chegar a uma crença antes de estar pronto, como se a porta nunca tivesse estado realmente aberta para sair. Essa história retrata algo diferente — um líder que respeita a sua liberdade o bastante para deixar você escolher com honestidade, e que está apenas contando onde ele mesmo chegou.
Se você já se sentiu empurrado para a crença antes de estar pronto, pode ajudar saber que a escolha honesta sempre foi para ser sua.
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.