Jabez orou ao Deus de Israel: "Ah, abençoa-me e aumenta as minhas terras! Que a tua mão esteja comigo, guardando-me de males e livrando-me de dores". E Deus atendeu ao seu pedido.
Jabez recebe só um versículo, quase em nenhum outro lugar da história, enterrado em listas de genealogia — e é uma oração crua e honesta: abençoa-me, amplia minha vida, me protege da dor. Não há falsa modéstia nisso. Ele só diz o que realmente quer.
Isso é desarmante, sinceramente. Muita linguagem religiosa treina as pessoas a pedir pouco, a se sentir culpadas por querer mais, a orar de um jeito que soa humilde mas na verdade é só autoapagamento silencioso. Jabez pula tudo isso.
Você não precisa de anos de bagagem religiosa para se identificar com a vontade de que sua vida seja maior e menos dolorosa do que é agora. O que chama atenção aqui não são os detalhes do pedido — é a permissão implícita em sequer incluí-lo: que o desejo honesto, dito claramente a Deus, não é motivo de vergonha. Se você acredita que alguém está ouvindo, essa é uma decisão sua. Mas a oração em si não está atuando para uma plateia.
O que você realmente pediria, se parasse de editar sua oração para soar aceitavelmente humilde?
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.