Durante a batalha clamaram a Deus, que os ajudou, entregando os hagarenos e todos os seus aliados nas suas mãos. Deus os atendeu, porque confiaram nele.
Enterrada numa das seções de genealogia mais secas da Bíblia, há uma pequena explicação para uma vitória militar: eles clamaram na batalha, e foram ajudados, porque confiaram. Não por estratégia, número de soldados ou armas superiores — o texto se dá ao trabalho de declarar o motivo claramente.
É estranho interromper uma lista de nomes para dizer isso. Quem compilou esses capítulos poderia só ter registrado o resultado. Em vez disso, pausaram para nomear a causa, como se importasse que os leitores entendessem o porquê, não só o quê.
Se você já clamou por ajuda num momento em que não tinha certeza se alguém estava ouvindo — não uma oração formal, só um pedido cru numa crise — esse versículo não julga a informalidade disso. Ele sugere que o clamor importou, e a confiança por trás dele também, mesmo que não fosse elegante ou teologicamente organizado.
Você já clamou por ajuda sem saber se aquilo contava como oração — e o que significaria se contasse?
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.