"Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus. Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados. Bem-aventurados os humildes, pois eles receberão a terra por herança. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos. Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia. Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus. Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o Reino dos céus.
Jesus abre seu ensinamento mais famoso não elogiando os fortes ou os impressionantes, mas nomeando as pessoas que costumam ficar de fora das listas de bênçãos: os pobres em espírito, os que choram, os humildes, os que têm fome, os perseguidos. Se você estivesse planejando um discurso para conquistar uma multidão, não é assim que você começaria.
O que chama atenção é quantas dessas descrevem uma falta, não uma conquista. Chorar não é uma habilidade. Ter fome de justiça não é uma credencial. Ser perseguido não é algo que se ganha. Jesus está descrevendo pessoas em necessidade, em fraqueza, em incompletude — e as chamando de bem-aventuradas mesmo assim, não bem-aventuradas depois de consertarem isso.
Se você sempre presumiu que precisaria chegar a algum lugar — espiritualmente sólido, moralmente resolvido, emocionalmente forte — antes de se qualificar para o que quer que Jesus esteja oferecendo, esta lista diz o contrário. Ela soa como um convite dirigido especificamente a pessoas que sabem que ainda não terminaram.
Se você tem esperado se sentir pronto antes de se aproximar de Jesus, esta lista sugere que você já se qualifica do jeito que está.
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.