Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.
Existe uma versão de generosidade que parece menos com dar e mais com pagar um pedágio — de má vontade, porque você sente que precisa, porque alguém está olhando, porque a culpa viria se você não desse. Este versículo descarta especificamente essa versão. Não de má vontade, não por obrigação. Seja lá o que isso descreve, não é obrigação disfarçada de bondade.
O que sobra, depois de tirar o dever e a pressão, é algo que precisa vir de outro lugar — uma decisão tomada no coração, livremente, antes mesmo de qualquer pressão. Isso é uma exigência bem mais alta do que apenas dar tecnicamente a quantia certa. Pergunta sobre o estado em que você está enquanto faz isso.
A frase de que Deus ama quem dá com alegria não é bem uma regra sobre caridade. É uma pequena janela para como toda essa forma de viver deve parecer por dentro — não um livro-caixa de obrigações pagas a contragosto, mas algo mais próximo de realmente querer. Se tudo que você associou ao dever religioso pareceu com o primeiro tipo de dar, este versículo está descrevendo outra coisa completamente diferente.
Na próxima vez que você abrir mão de algo por outra pessoa, você consegue perceber se isso parece um pedágio ou uma escolha?
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.