Ensina-me o teu caminho, Senhor, para que eu ande na tua verdade; dá-me um coração inteiramente fiel, para que eu tema o teu nome.
"Ensina-me o teu caminho, Senhor, para que eu ande na tua verdade." É um pedido, não uma afirmação de já saber. Quem escreveu isso não estava anunciando certeza — estava admitindo que precisava de uma direção que ainda não tinha, e pedindo isso claramente.
A linha seguinte vai ainda mais longe: "dá-me um coração inteiramente fiel", ou, em outras traduções, "une o meu coração." Essa palavra "une" sugere algo espalhado, puxado em direções diferentes, não resolvido. Se você já se sentiu como se metade de você quisesse uma coisa e a outra metade quisesse outra — meio curioso, meio cético, meio esperançoso, meio na defensiva — este versículo nomeia exatamente essa condição e pede que ela seja unida, não julgada.
Você não precisa ter um coração já unificado e resolvido antes de poder fazer essa pergunta. O próprio versículo é a prova de que o pedido vem primeiro, de alguém que estava dividido e disse isso com honestidade.
Se parte de você está curiosa e parte está na defensiva, como seria trazer as duas partes com honestidade para essa mesma pergunta?
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.