Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus.
Paulo não tenta fazer a cruz soar razoável. Ele a chama de loucura sem rodeios — admite que, para muita gente, a mensagem central sobre a qual construiu sua vida soa como tolice. É um movimento incomum para quem está tentando convencer alguém de alguma coisa. A maioria dos argumentos tenta parecer inteligente. Este começa admitindo que parece bobo.
Mas então ele divide o público em dois, não com base em inteligência ou educação, mas em onde cada grupo está parado. Para os que perecem, é loucura. Para os que estão sendo salvos, a mesma mensagem é o poder de Deus. Mesmas palavras, mesma história, reações opostas — o que sugere que o fator decisivo não é a qualidade do argumento. É algo acontecendo em quem ouve.
Se a história de um homem crucificado ser o eixo da história te parece absurda, Paulo não fica chocado, e não vai tentar te tirar dessa reação com uma lógica melhor. Ele está fazendo um tipo diferente de afirmação: que essa mensagem faz algo com as pessoas que a deixam entrar, algo que uma análise de fora não consegue captar por completo.
Se a cruz ainda soa como loucura para você, você está disposto a deixá-la ali por mais um tempo, em vez de descartá-la de vez?
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.